O uso do SPOT Gen3 por atletas de paramotor é fundamental, pois seus familiares podem acompanhar as rotas de voo e receber uma mensagem informando que correu tudo bem”, afirmou Victor Carvalho, presidente da Federação Paranaense de Pilotos de Paramotor e um dos pilotos com mais horas de voo de paramotor no Brasil. Entrevistamos o atleta para saber mais sobre o esporte, seus desafios no Brasil, e perspectivas para o futuro. Confira abaixo!

 

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Como começou a sua paixão por voar?

Victor Carvalho: Minha paixão por voar foi despertada quando descobri o voo de parapente, pois decolar da montanha com o equipamento já aberto e oferecendo a segurança do planeio é muito show. O voo de paramotor é intenso, pois nos coloca onde quisermos e com boa programação nos ajuda a superar nossos desafios pessoais de voar cada vez mais longe.

 

Você pratica outros esportes radicais além do paramotor?

Victor Carvalho: Voo livre de parapente duplo.

 

Existe algum lugar do mundo onde você gostaria de voar?

Victor Carvalho: Na Austrália, pois suas paisagens são alucinantes e de cinema.

 

Há quanto tempo você utiliza o SPOT Gen3?

Victor Carvalho: Comecei a usá-lo há três anos, logo que fiquei sabendo que podíamos ser rastreados a favor da segurança nos lugares distantes onde realizo meus voos.

 

Qual é o principal uso que você faz dos aparelhos SPOT?

Victor Carvalho: Rastreamento do local de voo e para informar meus amigos que pousei bem.

 

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Qual é a importância dos aparelhos SPOT para os atletas de voo?

Victor Carvalho: Fundamental, pois seus familiares podem acompanhar as rotas de voo e receber uma mensagem informando que correu tudo bem. Não tem preço!

 

Qual é a importância do treinamento para os praticantes de paramotor?

Victor Carvalho: Treinar, treinar e treinar… reduz a possibilidade do perigo iminente que estamos sujeitos durante o voo de paramotor.

 

Como você avalia o atual cenário do paramotor no Brasil?

Victor Carvalho: O paramotor é um esporte que avança continuamente no mundo, pois realiza o sonho de cada ser humano que um dia quis voar. Por isso, também no Brasil, a cada dia a quantidade de pilotos que iniciam no esporte só aumenta. E em relação ao mundo, estamos evoluindo muito rápido com a chegada de equipamentos que aumentam a segurança em voo.

 

Quais mudanças você acha que precisam acontecer para o paramotor conquistar mais espaço e se tornar um esporte mais conhecido e valorizado pelo público em geral?

Victor Carvalho: As mudanças são a quantidade de escolas de voo de paramotor. Quanto mais escolas, mais espaços de treinamentos para os atletas. Também precisamos de uma evolução da legislação brasileira, dando segurança jurídica para todos os praticantes. E de mais competições que incentivem o uso das tecnologias disponíveis, como o SPOT Gen3.

 

Qual o seu conselho para os jovens praticantes de paramotor que estão começando?

Victor Carvalho: Respeitar a opinião de quem lhe ensina, estudar as várias maneiras de decolagem e treinar sempre.

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