Tríplice Coroa 2017 – o grande desafio de Downwind no Brasil

Tríplice Coroa 2017 – o grande desafio de Downwind no Brasil

Publicado em 20 de outubro de 2017 por SPOT Brasil | 1 Comentário

A TRÍPLICE COROA

Na última semana ocorreu a Tríplice Coroa, principal evento de downwind do Brasil, inspirado em competições Havaianas. A edição desse ano contou com 3 provas seguidas em Fortaleza, no Ceará, terra conhecida pelo vento e pelas ondulações. Os atletas contaram com um visual incrível e condições excelentes para a prática do esporte. E nós, como patrocinadores do evento e responsáveis pelo rastreamento da prova, embarcamos pra lá, a fim de conferir de perto esse grande torneio de esportes de remo: Surfski, Canoa Havaiana e Stand Up Paddle!

A Tríplice Coroa é composta pelas seguintes provas: a Aloha Spirit Downwind com 12km, a SPOT Paddle, 30km e a consagrada W2 Downwind, também com 30km. O torneio funciona de acordo com o ranking geral. Os melhores pontuados na somatória das três provas são os grandes campeões, o que traz mais competitividade e dinâmica à competição, já que se um atleta for mal em alguma prova, ele pode virar o jogo nas outras, e vice-versa!

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Ivan Mundin, atleta de Stand Up Paddle, na Tríplice Coroa | Foto: Ale Socci

Aloha Spirit

A primeira prova, e também a mais leve, foi a Aloha Spirit, com 12 km de remada, no dia 9/10. Uma prova curta que não permite erros, pois não há tempo para repará-los depois. Os campeões foram José Marcos Mendes Filho (Marquinhos), de Surfski, Cauê Serra, também de Surfski, Dave Macknight, de Canoa Havaiana OC1, e Luiz Carlos Guida (Animal), do Stand Up Paddle. O resultado completo com os tempos pode ser visto clicando aqui.

Nessa prova alguns atletas tiveram problemas, como a Creusa Checoni, que teve seu leme da canoa quebrado, e o Hamilton (Tom) Amorim, do SUP, que perdeu a prancha depois do rompimento do seu lash (strap). O Tom ficou à deriva entre pedras num local bem próximo à chegada da prova, e o atleta Luiz Carlos Guida (Animal), foi socorrê-lo com sua prancha! Muita emoção pro primeiro dia de prova! Confira a galeria com fotos incríveis, do Luis Felipe Sá, da primeira prova:

 

Fizemos um vídeo com os melhores momentos, confere aqui:

 

Spot Paddle

No dia 11/10, quarta-feira, era o dia da nossa prova, a SPOT Paddle, inicialmente com 20km, mas depois de uma decisão coletiva dos atletas com a organização, ela foi estendida para 30km, o que deixou tudo mais emocionante. Porém, na manhã da quarta, o vento parou e a chuva caiu bastante. Antes da largada, os atletas já estavam sem visibilidade e receosos com o clima prejudicado, sem os ventos. Por isso, a prova foi adiada para o dia seguinte, que apontava melhores previsões climáticas. Na quinta-feira, feriado de 12 de outubro, a ansiedade e energia acumuladas, pela prova adiada do dia anterior, deram ainda mais gás aos atletas! Nessa foto contamos com fotos do grande Alexandre Socci, confira na galeria:

 

Saca só o vídeo que fizemos com os atletas no ônibus indo para o Iate Clube de Fortaleza, local da Largada:

 

Na SPOT Paddle, os atletas remaram com força total! Com a longa distância, era possível ver no mapa do rastreamento com o SPOT Gen3 que alguns atletas abriram mais seu caminho em relação à costa, para aproveitar o vento e as ondulações. Porém, como é preciso calcular bem, alguns atletas passaram do ponto! Nessa prova, o Cauê Serra e Dave Macknight acabaram abrindo demais e perderam tempo! Veja aqui a classificação completa.

 

W2 Downwind

Para fechar o evento em grande estilo, no sábado, dia 14/10 rolou a W2 Downwind, prova mais aguardada do circuito. Era a prova final do evento e tudo podia mudar na classificação geral, os atletas estavam muito focados e motivados. Nesse sábado, o vento não estava tão bom, o que exigiu mais força e leitura do mar dos atletas. A disputa foi de altíssimo nível, e o placar geral foi se construindo aos poucos, a emoção durou até os últimos segundos de remada. Veja aqui a classificação da prova. Na W2 Downwind as fotos também ficaram por conta do Alexandre Socci:

 

Veja a classificação final da Tríplice Coroa 2017 clicando aqui.


A Tríplice se consolida cada vez mais como um dos maiores eventos de downwind Brasil. A interação entre os atletas nos dias de descanso, a organização e o cuidado com a segurança dos participantes, inclusive exigindo o uso do SPOT Gen3 nas provas mais longas, são marcas de uma competição que tem tudo pra crescer e ser referência não apenas no Brasil. Foi um grande sucesso! Parabéns aos organizadores e competidores!

 

Fiquem com essa mensagem do amigo e competidor mais velho da Tríplice Coroa, o baiano Mário Lino:


Só Tenho UMA coisa pra dizer: ESSE EVENTO É INESQUECÍVEL CUMPADI

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