Dia das Mães: Como é ter um filho aventureiro?

Convidamos as pessoas que mais se preocupam com nossos embaixadores para uma ação especial, respondendo a algumas perguntas sobre as empreitadas de seus filhos, sobre a participação do SPOT nas suas vidas e sobre a grande aventura de ser mãe de pessoas aventureiras. Prepara o lenço e veja as respostas aqui embaixo! Feliz Dia das Mães! ❤

Karina Oliani Dia das Mães SPOT Blog

Karina Oliani e sua mãe Regina

Qual foi o maior orgulho que sentiu com sua filha no mundo da aventura?

Quando eu fico sabendo que na maioria das aventuras ela acaba exercendo sua profissão de médica e ajudando quem está em apuros e precisando de socorro. Atualmente um dos maiores motivos de orgulho pra mim é que as aventuras dela deram início ao Projeto Dharma, que acho fantástico!

O que mudou quando ela começou a usar o SPOT?

Com o uso do SPOT eu pude saber exatamente a hora que ela conseguiu realizar a grande conquista que é atingir o cume do Everest! Foi o único equipamento que resistiu às condições extremas do clima do lugar… Desde então, fico mais tranquila com suas aventuras. Nós mães só temos a agradecer à SPOT por nos deixarem menos preocupadas.

Sarah e Renato - Sail Ipanema

Sail Ipanema | Sarah com sua mãe Regina; e Renato com a mãe Maria Lúcia

Como o casal viaja junto, colocamos as respostas das mães do Renato e da Sarah juntas também.

Qual foi o maior aperto que sentiu quando sua filha estava longe, se aventurando sem comunicação?

Regina: A Sarah sempre gostou de esportes e de aventura. Sempre fico com um aperto no coração, mas dou a maior força e incentivo! Quando ela e o Renato decidiram se aventurar viajando o mundo à bordo do Ipanema minha primeira preocupação foi não poder me comunicar com eles e perder os dois nesse mundão. A travessia do Atlântico até agora foi a que me deixou mais apreensiva, 15 dias em alto mar! E agora eles se preparam para atravessar o Pacífico, por quase 30 dias! Nós mães sempre ficamos apreensiva, mas tenho certeza que vai dar tudo certo! Eles são muito responsáveis, precavidos e se preparam bastante para cada travessia.

O que mudou quando ele começou a usar o SPOT?

Maria Lúcia: Eu odeio ficar sem falar com eles, receber notícias ou ver fotos. Quando eles ficam em lugares que não tem internet eu não gosto. Saber que tem um celular de satélite que eu posso receber ou fazer uma ligação de vez em quando acalma o meu coração. Também adoro poder ver no mapa na internet a localização exata do barco em qualquer momento, me deixa mais tranquila.

Fernanda Maciel Dia das Mães SPOT Blog

Fernanda Maciel e sua mãe Angela

Qual foi o maior aperto que sentiu quando sua filha estava longe, se aventurando sem comunicação?

Em 2012, Fernanda fez correndo, em 10 dias, o Caminho de Santiago. Na época, me lembro que houve uma mistura de sentimentos: orgulho por saber que minha filha estava tentando realizar um sonho, e preocupação por saber que haveriam alguns riscos nesta travessia. E sem obter notícias em tempo real! Felizmente acabou tudo bem, mas não quero passar novamente pela sensação de ficar dez dias dormindo mal.

O que mudou quando ela começou a usar o SPOT?

Felizmente com o uso do SPOT eu consigo seguir e ver onde ela está, através das coordenadas que ele emite. E tenho a tranquilidade de saber que em qualquer emergência ela terá socorro imediatamente!

Israel Coifman Dia das Mães SPOT Blog

Israel Coifman com sua mãe Noelia

Qual foi o maior orgulho que sentiu com seu filho no mundo da aventura?

Eu tenho muito orgulho do meu filho sair pelo mundo pedalando, passando os perrengues que ele passou. Ele é um homem forte, corajoso! Não é fácil pra uma mãe, mas se ele é feliz e encontrou equilíbrio e a paz interior que ele buscava, eu estou feliz. O que é bom pra ele, é bom pra mim.

O que mudou quando ele começou a usar o SPOT?

Depois que meu filho começou a usar o mapinha da SPOT, eu comecei a acompanhá-lo o tempo todo. É maravilhoso! Isso é a maior tranquilidade que as mães podem ter, foi muito bom saber onde meu filho estava, graças ao SPOT.

Nicola - Noronha 13 Pés Dia das Mães SPOT Blog

Nicola (do projeto Noronha 13 Pés) com a mãe Vera  e o irmão

Qual foi o maior aperto que sentiu quando seu filho estava longe, se aventurando sem comunicação?

Foi na primeira travessia que ele fez sozinho em seu veleiro de 7 m, de Angra dos Reis para o Rio de Janeiro, onde eu o aguardava. Me lembro ainda da noite que passei em claro, e da manhã seguinte, em que eu aguardava ansiosamente notícias de seu paradeiro! Inquieta, decidi ir para a Marina da Glória aguardá-lo. Após longas horas de espera e aperto no coração, vi ao longe, entrando no porto, um lindo garoto, todo despenteado, olhar atento, segurando o leme do veleirinho com as velas arrizadas, procurando um lugar para atracar. Que felicidade foi a minha ao agarrar as amarras e prendê-las no cais! Após beijos e abraços apertados e corações aliviados, Nicola contou então a noite de sufoco passada a bordo, lutando contra uma forte tormenta que o obrigou a passar horas esvaziando a água que entrava pelo costado, naquela casquinha de noz sacudida como uma rolha, com frio, fome, agarrado no leme e tentando não dormir, sem nenhum meio de se comunicar, sozinho no caos do oceano!

O que mudou quando ele começou a usar o SPOT?

Minha vida mudou quando meu filho começou a usar o SPOT. A última aventura do Nicola, na companhia de seu amigo Felipe foi a Expedição Noronha 13 pés, a bordo da menor embarcação aberta que já fez o percurso de ida e volta à Fernando de Noronha à partir da costa brasileira. Quando eu abri o link do SPOT e vi o trajeto percorrido naquela primeira noite pelo Andorinha, fiquei emocionada! Acompanhando a rota enviada pelo SPOT a cada hora, podia compreender como estava o vento, a velocidade e a distância percorrida, e até prever o tempo que gastariam na travessia. E para eles em alto mar, era sem dúvida o instrumento de comunicação e de segurança com o qual nos enviavam as mensagens objetivas e reconfortantes de que estava tudo sob controle. O SPOT foi como a estrela guia, trazendo paz pro meu coração!

Guilherme Hoefelmann Dia das Mães SPOT Blog

Guilherme Hoefelmann (Do blog Não me espera pro jantar) e sua mãe Célia

Qual foi o maior aperto que sentiu quando seu filho estava longe, se aventurando sem comunicação?

Se existe uma frase que tenho certeza que vou receber durante uma viagem do Gui, é o clássico “ferrou, mãe!”. É quase que de praxe. Se tudo acontece bem é porque a viagem ainda não terminou. Já tivemos que narrar relatos de blogs por telefone para que ele pudesse se encontrar em uma trilha. Mas talvez um dos piores momentos tenha sido na primeira viagem de carona do Gui, saindo de Santa Catarina até Ushuaia, em 2016. Mesmo enviando mensagens de tranquilidade a cada wi-fi liberado, a comunicação era muito restrita. E na fronteira entre Chile e Argentina, na Terra do Fogo, o Gui passou quase 48h sem dar as caras. De carona, cruzando fronteira, com temperaturas negativas, em um local que ele deveria ter comunicação, a preocupação bateu. Nesse momento, quem é mãe sabe, o que aflora não são pensamentos bons. O nervosismo chega e não dá sossego até que as coisas voltem ao normal. Ele precisou dormir uma noite sem autorização num galpão do exército chileno, e até fazer uma fogueira para fugir do frio extremo. Somente quando chegou a El Calafate, a quase 800 quilômetros de onde havia partido, nós conseguimos comunicação, e eu, tranquilidade. Não sei porque, mas ainda tenho a sensação de que até hoje eu só sei parte desta história…

O que mudou quando ele começou a usar o SPOT?

Não posso garantir que vou dormir 100% tranquila todas as noite, já que o Gui é especialista em aprontar, mas ter comunicação direta com ele o tempo todo já me deixa muito mais aliviada. Entre lugares remotos e inóspitos, isso vale ouro. Os perrengues são sempre as melhores histórias, mas desde que saia tudo bem e ele volte pra jantar.

Alipio Loyola Dia das Mães

Alipio Loyola com sua mãe Maria Luiza

Qual foi o maior orgulho que sentiu com seu filho no mundo da aventura?

Assistir ao resultado dos voos que fez no Nordeste e que deram origem ao programa Travessias de Asa-Delta, no Canal Off. Nunca fui tão fã da ideia de se meter em esportes considerados de risco, mas com os anos aprendi a lidar melhor com isso. As imagens são lindas e saber que voaram por horas para vencer os desafios a que se propuseram me deixou muito orgulhosa.

O que mudou quando ele começou a usar o SPOT?

Sei que o Alipio usa o aparelho em todos os voos que faz com a asa-delta. Os pilotos são geralmente experientes, muito cuidadosos e voam da forma mais segura possível, mas saber que estão sempre ‘visíveis’ pelo GPS faz com que eu fique mais confiante e tranquila… Afinal, por mais bem feito que seja o plano de voo, imprevistos acontecem e saber que sempre será encontrado – pouse onde pousar – é definitivamente tranquilizador.

Mãe é mãe, né? Não importa se o filho é montanhista, viajante, corredor, aventureiro, médico, jornalista… As mães continuam sendo únicas, cada uma com seu jeitinho especial, e ao mesmo tempo todas pensando da mesma forma. E por isso todas elas merecem tudo e muito mais!

A equipe SPOT Brasil deseja a todos um Feliz Dia das Mães, cheio de abraços, carinhos e muito amor! 😍

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